HOTEL FUCK


Num dia quente a maionese pode te matar

CURTA TEMPORADA:

2, 3, 4 de setembro Teatro Renascença

dia 2 de setembro – sexta, às 21h

1º episódio: Cavando a Porta do inferno

dia 3 de setembro – sábado, às 21h

2º episódio: Uma temporada no paraíso

dia 4 de setembro – domingo, às 20h

3º episódio: Eles Atiram em Lobos

Foto de Luciane Pires Ferreira

Duração: média de 90 min para cada episódio

Ingresso R$ 20,00

50% de desconto para maiores de 60 anos, estudantes e classe artística

25% de desconto para Clube do Assinante Zero Hora

Pacote para assistir os três episódios:

R$ 50,00 (Valor Inteiro)

R$ 40,00 (Clube do Assinante Zero Hora)

Existe uma piada entre a escória que diz que se Lucifer tivesse que transferir o inferno para uma nova sede, ele certamente escolheria o Hotel Fuck.

Um psicopata que decide parar de matar; Uma prostituta frustrada com sua imortalidade; Uma “bonequinha” sem mão em busca de vingança; Um detetive durão que não passa de um ex-ator aprisionado em seu personagem; uma diretora fetichista e dominadora à procura do seu próximo roteiro; uma diva pornô excêntrica, egoísta e radicalmente egocêntrica; um transexual dividido pela culpa; uma revelação mística trazida por Leatherface; Um pôster do James Dean; um papel de parede de pintura rupestre; um vestido da Marilyn Monroe. Garotões que amam suas Magnum 44, corações partidos, sexo e sangue… muito sangue. Onde? No Hotel Fuck, baby.

Direção: Jezebel De Carli

Texto: Diones Camargo

Elenco: Ana Carolina Moreno, Denis Gosch, Jeffie Lopes, Gabriela Greco, Larissa Sanguiné, Luciana Rossi, Rafael Guerra

Cenário: Juliano Rossi

Figurino: Fabrízio Rodrigues

Iluminação: Luiz Acosta

Diretor Cenotécnico: Gilberto Goularte

Assistente Cenotécnico: Alan Salton

Eletrecistas: Alexandre Marques e Sombra

Direção, captação e edição de vídeos: Bruno Goularte Barreto

Trilha sonora pesquisada: Jezebel De Carli, Larissa Sanguiné, Jeffie Lopes e Diones Camargo

Direção de produção: Jezebel De Carli

Produção Executiva: Palco Aberto Produtora

Assessoria de Imprensa: Santa Estação Cia de Teatro

Blog: Gabriela Grecco e Jeffie Lopes

Realização: Santa Estação Cia de Teatro

Veja mais:

www.hotelfuck.blogspot.com

Veja também comentários sobre o espetáculos:

“… um dos grandes trabalhos da nova produção gaúcha, Jezebel de Carli já é uma afirmação entre os grandes nomes do teatro do Sul do Brasil… A referencia a Tarantino é evidente assim como para Rodriguez e seu cult Machete… As cenas se montam, desmontam, se esfacelam e se rearmam assim, como uma brincadeira de montar. Mas isso é apenas um dos muitos detalhes que compõe a narrativa O texto de Diones Camargo funciona perfeitamente bem e as interpretações de Larissa Sanguiné e Denis Gosch são encantadoras. Alias como todo elenco. Vale a pena conferir quando voltar a cartaz.”

JÚLIO CONTE

em http://www.julioconte.blogspot.com

“… quem ama cinema, encontra dezenas de referências deliciosas. Não eruditas, não acadêmicas, mas daquilo que faz o cinema ser o que é: a famosa fábrica de ilusões. E o sensacional em tudo isso é que a Santa Estação faz teatro de primeira qualidade, falando de cinema. Poderia-se ler o espetáculo como uma ode à arte, ao teatro, onde fazemos de conta num momento e, no seguinte, destruimos a ilusão. Mas a peça não se pretende filosófica, mas sim uma saga de divertimento, sangue e teatralidade. Um trabalho memorável, certamente o melhor do grupo a que já assisti, pois é ousado, rigorosamente executado e apaixonadamente defendido.”

MARCELO ADAMS

em http://www.marceloadams.blogspot.com

“Hotel Fuck – Num dia quente a maionese pode te matar é o quarto espetáculo da Santa Estação Cia de Teatro, fundada em 2003, dirigida pela diretora, Mestre em Artes Cênicas, Jezebel de Carli. Trata-se de uma única peça dividida em três episódios que não funcionam de forma independente, exigindo que, para a compreensão do todo e para o deleite do público, a assistência destine três noites de sua agenda para fruir a produção. No todo, o espetáculo oferece não só momentos de prazer, como, também, muitos motivos para refletir. Sem dúvida, olhando para o momento em que a peça surge no cenário porto-alegrense, pode-se dizer que ela é o resultado de um processo de amadurecimento do teatro gaúcho no cruzamento com o cinema e a estética pop, urbana e consumista. Diones Camargo, enfim, atinge a maturidade enquanto dramaturgo gaúcho, colocando-se ao lado dos grandes nomes que nossa história já coleciona: Qorpo Santo, Carlos Carvalho, Vera Karam e Ivo Bender..”

RODRIGO MONTEIRO

em http://www.teatropoa.blogspot.com

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