2º ÀKÓKÒ ÀWÒ DÚDÚ – Tempo da Pele Negra Evento em comemoração à Semana da Consciência Negra


CARTAZ 2º Festival ÀKÓKÒ ÀWÒ DÚDÚ – Tempo da Pele Negra (2)[1]

Acontece de 17 a 23 de novembro, o 2º Festival ÀKÓKÒ ÀWÒ DÚDÚ – Tempo da Pele Negra com participação do Grupo ÌBEJÌ que comemora a semana da consciência negra, contando com exposição fotográfica, oficinas de percussão, dança e culinária Yorùbá, sessão de cinema, debates, encontros com escolas, feira de artesanato e o lançamento do espetáculo e CD do Grupo ÌBEJÌ.

Novembro será um mês de festividades e atividades para a diversidade e em prol da cultura africana. Essa é a proposta do 2º Festival ÀKÓKÒ ÀWÒ DÚDÚ – Tempo da Pele Negra que promove e realiza ações e atividades que integram linguagens artísticas e conhecimentos diversos tendo como ponto de partida a cultura africana.

O festival é coordenado pelo artista nigeriano Ìdòwú Akínrúlí, também diretor do Grupo ÌBEJÌ, que no espetáculo Ìtàn òrun àti Ilé ayé – Histórias do céu e terra faz um convite às histórias da ancestralidade e cotidiano do povo Yorùbá (Ilé Ìfé), celebrando os orixás, a natureza e os homens, cada qual com seus feitos e poderes. As músicas são cantadas e dançadas ao modo tradicional Yorùbá, com uma base percussiva e presença dos verdadeiros Batàs (tambores) nigerianos fabricados pelos artesãos próprios dessa arte.

As atividades são gratuitas ou com ingressos acessíveis ao público.

PROGRAMAÇÃO DETALHADA

 

TODOS OS DIAS:

Exposição Fotográfica ÁFRICA: DIVERSIDADES ATIVAS (FOYER do Teatro Renascença) –  Gratuitos

 

Dia 17/11 – segunda:

1oh e 15h(PALESTRA) *Encontro com escolas: “A musicalidade e a tradição do tambor na cultura Yorùbá” com ÌDÒWÚ AKÍNRÚLI (Teatro Renascença) – Agendamento pelo telefone 3289 8066

Conversa com estudantes e professores sobre a musicalidade na cultura Yorùbá: tipos de instrumentos; o significado dos tambores; os tambores e a música como forma de comunicação; festejos tradicionais; ritmos e ocasiões.

Ministrante: ÌDÒWÚ AKÍNRÚLI (Pronúncia: “Idou Akinruli”) – músico e artista nigeriano, coordenador do Festival AKOKO e diretor do Grupo ÌBEJÌ. Tradicional da cultura Yorùbá, reside no Brasil desde 2010.

 Dia 18/11 – terça-feira

10h e 15h – (PALESTRA) *Encontro com escolas: “Contação de Histórias Yorùbás” com ÌDÒWÚ AKÍNRÚLI (Teatro Renascença) –Agendamento pelo telefone 3289 8066

Conversa com estudantes e professores sobre a cultura Yorùbá.  Abrange histórias sobre a origem do mundo sob a perspectiva Yorùbá, histórias da  ancestralidade e emigração deste povo.

Ministrante: ÌDÒWÚ AKÍNRÚLI

19h – Oficina de Dança Yorùbá com ÌDÒWÚ AKÍNRÚLI (Sala Álvaro Moreira) – Inscrição antecipada (akokoawodudu@gmail.com)

A música e a dança sempre foram uma importante parte da cultura Yorùbá, para aqueles que vivem na Nigéria e também na diáspora. A música e dança Yorùbá  são usados para muitas ocasiões diferentes na vida, tais como festas religiosas, cerimônias como casamento, aniversário, nascimento, funeral, etc – ligados às famílias de tradição Yorùbá- e entretenimento. Essas duas artes Yorùbás tradicionais têm como seu centro as divindades. A dança é bem natural e comum na cultura Yorùbá. Os Yorùbás são um povo que fazem muita festa na Nigéria. E nosso costume é dançar com “uniforme” (trajes tradicionais).

Ministrante: ÌDÒWÚ AKÍNRÚLI

Valor da Oficina: R$ 30,00
Nº de Participantes: 30 pessoas

19h Sessão de Cinema –  Batuque Gaúcho (documentário – 2014 – 27′) – COLETIVO CATARSE (Teatro Renascença) – Gratuito

Direção: Sérgio Valentim e Eugênio Alencar. Documentário etnográfico que mostra o Batuque ou Nação, como uma forma religiosa afro-brasileira originada no Rio Grande do Sul e que moldou a cultura gaúcha. O Batuque é demonstrado como uma religião diferente do Candomblé e que congrega diferentes nações africanas de origem Iorubá, Jêje e Bantu. O filme mostra a existência de um grupo social denominado de batuqueiros, que tem um número enorme de adeptos e de templos religiosos por todo o Estado e que se estendeu para o Uruguai e a Argentina. Estima-se que exista mais de 10 mil templos de religião africana no estado do Rio Grande do Sul.

 Dia 19/11 – quarta-feira

18h30 – Pocket Show do grupo Três Marias Brasil (Saguão do CMC) – Gratuito

Três Marias Brasil

O grupo Três Marias Brasil, atualmente formado por Gutcha Ramil, Pâmela Amaro e Andressa Ferreira, apresenta um repertório que percorre ritmos e tradições de diferentes regiões do Brasil, principalmente norte, nordeste e sudeste, passando por Maranhão, Pernambuco, Ceará, Bahia, Rio de Janeiro. Um apanhado de cantos e cantigas de diversas tradições, composições próprias e releituras, fruto da pesquisa e vivência com a cultura popular. Forró de rabeca e pífano, samba de roda, côco, afoxé, ciranda, baião de princesa, jongo e frevo são alguns dos ritmos que compõem esse trabalho. Trazem uma sonoridade rica em vozes, percussão (zabumba, pandeiro, triângulo, congas, alfaia, agbê e ganzá) e cordas (rabeca e cavaco). Além disso, também trabalham com danças e brincadeiras praticadas em certas manifestações culturais.

19h – (DEBATE) Debate com convidados: “África e para além dela: saberes e riquezas que atuam no mundocom Philips Akpoezi Onwawoma e Luciana Prass  (Teatro Renascença) – Gratuito

Debatedores:

Philips Akpoezi Onwawoma – Nigeriano residente há mais de 30 anos Brasil experiência em Comércio Internacional e Viagens Internacionais, Consultor de Comércio Exterior e Sócio Fundador e Diretor do CENPEC. Formado em Engenharia Mecânica e com Pós-graduação em Gestão Empresarial. É professor da Universidade Estácio de Sá do RJ na área internacional. Coordenador e Professor de Cursos de Extensão Universitária em Comércio Exterior e Logística Empresarial na PUCRS e da UNIVALI / Itajaí-SC; Professor convidado da UNIVATES – Universidade do Vale do Taquari / Lajeado e da FARGS – Faculdades Rio-Grandenses nas disciplinas Sistemática de Comércio Exterior I, II, Prática de Importação e Legislação de Comércio Exterior.

Luciana Prass – é Doutora em Etnomusicologia e professora do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integra o Grupo de Estudos Musicais (GEM/UFRGS) desde 1993, pesquisando práticas musicais de afro-descendentes no RS. A partir de 2002 passou a colaborar com o Programa de Educação Antirracista no Cotidiano Escolar e Acadêmico do Departamento de Desenvolvimento Social DEDS/PROREXT/UFRGS. Em 2008 criou o “Coletivo de Música Popular do Instituto de Artes” e vem coordenando o grupo até hoje, realizando shows dentro e fora da UFRGS.

Dia 20/11 – quinta-feira

19h – Lançamento do CD Ìtàn òrun àti ilê ayé do Grupo ÌBEJÌ (Saguão da CMC) – Gratuito

20h Espetáculo Ìtàn òrun àti ilê ayé – Histórias do Céu e Terra com Grupo ÌBEJÌ (Teatro Renascença) – Gratuito

O Grupo ÌBEJÌ traz em sua essência as origens da música e dança Yorùbá. Fundado com o propósito de promover e difundir essa cultura é através dos seus ritmos, danças e histórias que o espetáculo Ìtàn òrun àti ilé ayé nos mostra cantos e danças que são saudações e celebrações aos Orixás, nos convidando a revisitar uma África viva, que enfrentou o sequestro dos seus e superou as adversidades através do amor e união.

Dia 21/11 – sexta-feira

15h – Sessão de Cinema Comentada O GRANDE TAMBOR (documentário – 2010 – 120′) com o COLETIVO CATARSE (Teatro Renascença) – Gratuito

Direção:  Gustavo Türck e Sérgio Valentim. Comentadores: Gustavo Türck diretor do documentário e Marcelo Cougo diretor de trilha. O Grande Tambor conta uma parte da história sobre a contribuição dos afrodescendentes na formação simbólica e cultural do povo do Rio Grande do Sul. Sobreviveu pelas mãos de Mestre Baptista, Griô, que preservou a memória e a arte da fabricação de um instrumento de som grave e marcante e que é também um patrimônio cultural brasileiro.

20h – Espetáculo Ìtàn Òrun Àti Ilê Ayé – Histórias do Céu e Terra com Grupo ÌBEJÌ (Teatro Renascença) – Gratuito

Dia 22/11 – sábado

CANCELADO: 9h30-11h Workshop de Culinária Yorùbá com Chef Kayzee Fashola (Bar/Restaurante do CMC) – Gratuito

Prato: Obè Òfó

Na Nigéria, o prato que será apresentado é típico de Domingo e para festas e cerimônias importantes em família, dentro da Cultura Iourubá. As refeições são elaboradas pelas mulheres da família, que selecionam cuidadosamente os ingredientes e delegam funções específicas para cada uma que estiver fazendo parte daquele momento gastronômico.

Ministrante: Chef Kayzee Fashola, nascido na Ilha de Lagos na Nigéria, veio para Brasil com 23 anos com um sonho de construir sua trajetória gastronômica herdada de sua mãe. Com vasta experiência em diversos ramos da Gastronomia Brasileira, Africana, Indiana e Vegetariana, atualmente sócio da empresa Delícia de Atelier, especializado em Eventos Gastronômicos com cardápios da Confeitaria e Alta Gastronomia. Faz parte do Iga – Instituto de gastronomia, onde está se especializando em Chef de Cozinha em Confeitaria e Alta Gastronomia.

Valor do workshop: R$ 30,00 por pessoaNo de Participantes: 50 pessoas 

15h – Sessão de Cinema Longa Metragem Kêita! A Herança Griot – Dany Kouyaté (1996) (Teatro Renascença) – Gratuito

 17h – Sessão de Cinema Documentário Kun Be Hamanah – Na Guiné com Famoudou Konaté (Teatro Renascença) – Gratuito

 20h – Espetáculo Ìtàn Òrun Àti Ilê Ayé – Histórias do Céu e Terra com Grupo ÌBEJÌ (Teatro Renascença) – Gratuito

 Dia 23/11 – domingo

15h – Sessão de Cinema Infantil – Uma Incrível Aventura (2011) – Direção: Debs Gardner-Paterson (88 minutos) (Teatro Renascença) – Gratuito

19h – Espetáculo Ìtàn òrun àti ilê ayé – Histórias do Céu e Terra com Grupo ÌBEJÌ (Teatro Renascença) – Gratuito

SÁBADO E DOMINGO:

Feira de Artigos e produtos africanos (Saguão da CMC) – Gratuitos

 

Ficha Técnica 

Direção Geral e Artística: Ìdòwú Akínrúlí; Produção Executiva: Natália Giacomello; Direção de Produção: Cristiane Cubas; Assistente de Produção: Lia Motta; Assessoria de Comunicação: Cristiane Cubas; Designer gráfico: Maurício Quadros; Realização: Ìlú Akin; Co-realização: AKARA Produções; Apoio Institucional: Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Cultura, Centro de Cultura Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, Coordenação de Artes Cênicas – Teatro Renascença, Casa de Cultura Mário Quintana; Apoio Cultural: Cabaré do Verbo, Delícia de Atelier, Coletivo Catarse.

Exposição Fotográfica:

Curadoria: Natália Giacomello; Apoio Cultural: Kasaphoto; Artes: Natália Giacomello; Texto: Natália Giacomello; Impressão e acabamento: Kasaphoto; Montagem: AKARA Produções.

 

ESPETÁCULO – ITAN ORUN ATI ILE AYE (Grupo ÌBEJÌ)

Financiamento: FUMPROARTE;Coordenação: Ìlú Akin; Produção Executiva: Natália Giacomello; Direção artística: Ìdòwú Akínruli; Produção Musical: André Brasil; Direção de Produção: Cristiane Cubas; Assistente de Produção: Lia Motta; Design gráfico: Maurício Quadros; Iluminação: Carolina Zimmer; Som: Clauber Scholles; Figurinos: Jane Barcelos Silveira; Camarim: Jane Barcelos Silveira; Roadie: Pedro Lemke Barcellos; Percussionistas: André Brasil (guitarra); Andressa Ferreira; Daniel Hauber; Fabiano Azevedo; Gutcha Ramil; Maíra Bueno;  Bailarinos: Mariana Konrad; Natália Giacomello; Roberto Landell de Moura; Apoio Institucional: Casa de Cultura Mário Quintana; Apoio Cultural: Cabaré do Verbo; Coletivo Catarse; Marquise 51;  Ponto de Cultura Omorodê;  Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo               

 

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