O que terá acontecido a Baby Jane?


 Onde: Sala Álvaro Moreyra.
 Dias: 10 a 27 de agosto, quintas a domingos, às 20h.

 Duração: 80 minutos.
 Indicação: 12 anos.
 Entrada: R$ 20 inteira (quinta e sexta), R$ 30 inteira (sábado e domingo).

Baby Jane - Foto Alisson Aguiar 3

Foto Alisson Aguiar

“O que Terá Acontecido a Baby Jane?” é uma adaptação do clássico filme estrelado por Bette Davis e Joan Crawford, com os atores Caio Prates, Lauro Ramalho e João Carlos Castanha, dirigidos por Zé Adão Barbosa, também autor do roteiro. O quarteto já havia realizado juntos “Escola de Sereias” em 1994, com remontagem no ano 2000 – espetáculo este que homenageava o cinema e que já trazia uma curta cena de “Baby Jane” – e “A Casa das Três Irenes” (2007).

Inspirado no filme de 1962, dirigido por Robert Aldrich, baseado no livro homônimo de Henry Farrell, o diretor traz à cena a terrível história das irmãs Hudson. Jane Hudson (Castanha) é uma artista que, quando criança, ficou famosa e conhecida como “Baby Jane”. Depois de um acidente, ela caiu no ostracismo e, já adulta, vive trancafiada na casa que divide com sua irmã Blanche (Lauro Ramalho). Destinada a voltar aos palcos, a atriz vai tentar retomar o personagem que a fez famosa, nem que para isso precise passar por cima de algumas pessoas bem próximas. Este drama psicológico, com pitadas de humor, mostra justamente a rivalidade entre as duas irmãs. Jane foi, quando criança, um sucesso do vaudeville, despertando o ciúme da irmã Blanche. Quando adultas, o cenário se inverte, Blanche é uma estrela de cinema, enquanto Jane não consegue mais se destacar. A peça, portanto, é um brilhante exercício narrativo, cuidadoso na construção dos personagens, de suas relações e, conseqüentemente, na tensão que permeia toda a produção.

Procurando ser fiel ao filme de origem, Zé Adão incluiu na montagem algumas cenas em vídeo, captadas pelo videomaker Daniel Jainechine. Completam a ficha técnica Everton Rodrigues (trilha sonora original), Ricardo Vivian (iluminação) e Jony Pereira (cenografia).

Baseado no livro de Henry Farrell e no filme de Robert Aldrich.

Adaptação: Zé Adão Barbosa.
Elenco: Caio Prates (Elvira e Edwin Flagg), João Carlos Castanha (Jane Hudson) e Lauro Ramalho (Blanche Hudson).
Trilha sonora original: Everton Rodrigues.
Cenografia: Jony Pereira.
Figurinos: o grupo.
Perucas: Cândida Dias.
Criação e operação de luz: Ricardo Vivian.
Vídeos e concepção gráfica: Daniel Jainechine.
Fotos: Alisson Aguiar.
Operação de som: Everton Rodrigues e Claudio Benevenga.
Produção e divulgação: Lauro Ramalho.
Direção geral: Zé Adão Barbosa.
Realização: Cia. de Teatro Ridículo.

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