Espetáculos Nacionais – POA em Cena


NACIONAIS

A Tragédia e Comédia Latino-Americana (SP)

 

13 e 14/09 às 21h – Theatro São Pedro / Ingressos: R$ 10-80

 

Construído a partir de fragmentos de obras de diversos autores de literatura latino-americana, em conjunto ao cenário sociopolítico do continente, o contundente espetáculo da companhia Ultralíricos sugere reflexões acerca de questões urgentes, como educação, violência, consumo desenfreado, protestos, binarismo político e ideológico, não valorização da cultura e falta de consciência histórica. Felipe Hirsch – diretor e dramaturgo consagrado e reconhecido por montagens vigorosas e arrojadas que mesclam teatro e música, com doses potentes de literatura, em composições estéticas de forte impacto visual – propõe uma encenação que desmistifique fronteiras, tanto físicas como imaginárias, misturando idiomas e esgarçando limites, possibilitando novas leituras para a identidade plural da América Latina. A cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara merece destaque, funcionando como uma grande metáfora visual, composta por 98 blocos de isopor, que ao longo das cenas são arrastados pelos atores, deixando rastros, como imensos tijolos que se desgastam, construindo e desconstruindo, representando as cidades de nosso continente, tão novas e tão exauridas. Desde 2013, Felipe Hirsch e os Ultralíricos vem trabalhando em uma trilogia, iniciada com Puzzle – tríptico especialmente criado para a participação brasileira como Convidado de Honra da Frankfurter Buchmesse 2013 e que ganhou sua quarta parte no ano seguinte –, A tragédia e a comédia latino-americana – díptico que compila duas montagens – e Selvageria – que teve sua estreia em 2017.

Ficha técnica:

Idealização e direção geral: Felipe Hirsch / Elenco: Caco Ciocler, Camila Márdila, Danilo Grangheia, Georgette Fadel, Javier Drolas, Julia Lemmertz, Magali Biff, Manuela Martelli, Nataly Rocha e Pedro Wagner / Direção musical e arranjos: Arthur de Faria / Interpretação musical: Ultralíricos Arkestra – Arthur de Faria (piano e sintetizadores), Adolfo Almeida Jr. (fagote e efeitos), Mariá Portugal (bateria, glockenspiel e tímpanos), Gustavo Breier (processamentos eletrônicos), Georgette Fadel (trompete), Pedro Sodré (guitarras e overdrives) / Autores: Pablo Katchadjian, J.R.Wilcock, Salvador Benesdra, Marcelo Quintanilha, Glauco Mattoso, Reinaldo Moraes, Dôra Limeira, Lima Barreto, Samuel Rawett, Augusto de Campos, Roberto Bolaño, Cabrera Infante, Gerardo Arana, Juan Villoro e Hector Galmés / Direção de arte: Daniela Thomas e Felipe Tassara / Iluminação: Beto Bruel / Figurino: Veronica Julian / Preparação vocal: Simone Rasslan / Coreografia e preparação corporal: Renata Melo/ Diretor de palco: Nietzsche | Engenheiro de som: Gustavo Breier/ Assistente de iluminação e operadora de luz: Sarah salgado | Produção executiva: Bruno Girello / Direção de produção: Luís Henrique (Luque) Daltrozo / Recomendação etária: 16 anos / Duração: 180min

Zambo (PE)

14/09 às 19h – Sala Álvaro Moreyra / Ingressos: R$ 40-80

 

Zambo é uma obra que persiste ao tempo, que fala com propriedade sobre um Recife que superou limites regionais e estéticos e entrou para a história. Uma terra onde os Xangôs e Palafitas dividem espaço na narrativa antropológica de um lugar colonizado por gente de todo o mundo. Do balaio de referências culturais, antropológicas e rítmicas surgiu uma cena em ebulição no Recife, o Manguebeat – movimento estético-musical capitaneado pela figura de Chico Science – que abalou algumas estruturas, concepções e mentes da intelectualidade nacional, na década de 1990. Traduzindo esteticamente estas ideias, tanto nos figurinos e na coreografia, quanto nos cenários e, em especial, na trilha sonora – que é executada ao vivo -, o espetáculo apresenta uma leitura coreográfica para as analogias do homem-caranguejo, com movimentos específicos, naturais e orgânicos, em comunhão com a história do Recife.

Ficha técnica:

Direção: Mônica Lira / Concepção e coreografias: Mônica Lira e Sonaly Macedo / Elenco: Gardênia Coleto, Jennyfer Calda, Jorge Kildery, Rafaella Lira Trindade, Everton Gomes e Anne Costa / Figurino: Período Fértil / Iluminação: Beto Trindade / Concepção maquiagem e penteados: Ivan Dantas / Recomendação etária: livre / Duração: 52min

Grupo Experimental de Recife – 25 anos

 

Grande Sertão: Veredas – Espetáculo-instalação de Bia Lessa, a partir da obra de João Guimarães Rosa (RJ)

 

15/09 às 20h e 16/09 às 18h – Teatro do SESI / Ingressos: R$ 15-80

 

Baseado na obra homônima de João Guimarães Rosa, considerado um dos mais importantes romances em língua portuguesa do mundo, o aclamado espetáculo concebido por Bia Lessa – artista multifacetada, cineasta, diretora de teatro e ópera, exposições, vencedora de diversos prêmios – propõe, em um só tempo, uma peça de teatro e uma instalação visual que convida o espectador a dissolver as fronteiras entre literatura e encenação, ao passo que transpõe ao palco as inúmeras possibilidades interpretativas do texto de forma não linear. Partindo também da necessidade de elaborar um espetáculo que estimule todos os sentidos, a montagem apresenta diversas inovações de linguagem, buscando representar o sertão não apenas como um território físico, mas como um estado de espírito, um lugar que existe dentro de cada um. A encenação estreou em 2017 e amealhou relevantes prêmios, sendo vencedor do prêmio APCA (Melhor Direção), Prêmio Shell de Teatro nas categorias Direção (Bia Lessa) e Ator (Caio Blat) e Prêmio Bravo! 2018 (Melhor Espetáculo de Teatro).

Amália Lima assistente de direção / Ana Luiza Martins Costa colaboração / Arlindo Hartz produtor executivo / Arthur Costa contrarregragem / Balbino de Paula ator / Bernardo Aragão operador de Som / Bia Lessa concepção, direção geral, adaptação e desenho de luz / Binho Schaefer desenho de luz / Bruno Siniscalchi diretor assistente / Caio Blat ator / Camila Toledo concepção espacial / Clara Lessa atriz / Daniel Passi ator / Daniel Turini paisagem sonora / Dany Roland trilha sonora / Dudu Castro visagismo / Eduardo Correia administração / Egberto Gismonti música / Elias de Castro ator / Emílio Kalil produtor internacional / Fabio Arruda identidade visual (Cubículo) / Felipe Antelo operador de luz / Fernando Henna paisagem sonora / Fernando Mello Da Costa adereços / Flora Süssekind colaboração / Grazie Wirtti voz carpideiras / José Maria Rodrigues ator / Leonardo Miggiorin ator / Lucas Oranmian ator / Luisa Arraes atriz / Luiza Lemmertz atriz / Marcio Pilot desenho de som (Loudness) / Maria Duarte direção de produção / Marília Rothier colaboração / Nina Braga coordenação de produção de adereços (bonecos) / Oskar Metsavaht fotografia Diadorim / Paulo Mendes da Rocha concepção espacial (colaboração) / Roberto Machado colaboração / Roberto Pontes registro fotográfico, audiovisual, edição (processo criativo) / Rodrigo Bleque identidade visual (Cubículo) / Silviano Santiago colaboração / Sylvie Leblanc figurino / Telma Lemos microfonista

Idealização e realização: 2+3 Produções Artísticas Ltda / Apoio institucional: SESC SP, Banco do Brasil e Globosat / Apoio: BMA Advogados, Instituto-E e Om Art / Agradecimento especial à viúva do Autor, a quem a obra foi dedicada, Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, à Nonada Cultural e a Tess Advogados / © Nonada Cultural Ltda. / Recomendação etária: 18 anos / Duração: 140min

Breguetu (PE)

15/09 às 23h – Sala Álvaro Moreyra / Ingressos: R$ 40-80

Compre seu ingresso online >> uhuu.com/poa-em-cena

 

O espetáculo chega a Porto Alegre depois de já ter circulado por mais de quinze cidades e encantado o público Brasil afora. Com direção da bailarina e coreógrafa Mônica Lira, a obra segue uma narrativa de dança-teatro que aproxima o artista da plateia, criando uma experiência única, que através da dança e dos movimentos corporais, falam sobre o Brega do Recife, na visão da dança que o Grupo Experimental cria.  Ao mesmo tempo em que desmistifica de forma provocativa este universo, traz uma reflexão acerca das relações entre classes sociais, estilos de vida e sobre a estética da periferia. O espetáculo aborda ainda temáticas globais, como o tempo, as diferentes maneiras de se viver o agora, em que a sensualidade, os sentimentos e tudo o que é mais pungente acaba encontrando no fluxo de movimentos o caminho para se construir como um discurso contemporâneo.

 

Ficha técnica:

Direção: Mônica Lira / Elenco: Jennyfer Caldas, Rafaella Trindade, Anne Costa, Gardênia Coleto, Jorge Kildery e Everton Gomes / Iluminação: Beto Trindade / Trilha sonora – criação e seleção de músicas: Céu, Banda Torpedo, Banda Camelô, Musa do Calypso, Kelvis Duran, Ritmo Quente, Banda Sedutora e trilhas criadas por Marcelo Ferreira e João Paulo Oliveira / Ator convidado: Juliano Barros / Produção musical: Marcelo Ferreira, João Paulo Oliveira e Grupo Experimental / Figurino: Carol Monteiro / Cenário: Carlos Moura, Emeline Soledade, Danilo Carias e Rafael FX / Sonoplasta: Danilo Carias / Assessoria de produção: Caio Trindade / Textos e release: Danilo Carias e Paula Caal / Faixa etária: 16 anos / Duração: 60min

Em comemoração aos 25 anos, o Grupo Experimental apresenta três espetáculos na programação: Breguetu, Pontilhados e Zambo, além de realizar uma residência em nossa cidade.

 

PRETO (PR)

 

16 e 17/09 às 21h – Theatro São Pedro / Ingressos: R$ 10-80

Compre seu ingresso online >> uhuu.com/poa-em-cena

 

Dirigida por Marcio Abreu, a peça da companhia brasileira de teatro – premiado coletivo de artistas, fundado pelo diretor em 2000, cuja pesquisa volta-se sobretudo para as novas formas de escrita e criação contemporânea – mergulha na investigação em torno das diferenças e as perspectivas de pensar a coexistência, de forma a sublinhar alteridades, criando uma obra ímpar, que promove possibilidades de leitura e faz emergir um amplo leque de assuntos. Com dramaturgia assinada por Marcio em parceria com Grace Passô e Nadja Naira, a montagem parte da fala pública de uma mulher negra, como uma espécie de conferência sobre questões que incluem racismo, realidade do negro no Brasil hoje, afeto e diálogo, a maneira como lidamos com as diferenças e como cada um se vê numa sociedade marcada pela desigualdade. Fruto do desdobramento da pesquisa de PROJETO bRASIL, o espetáculo  vem se construindo, desde 2015, em residências artísticas distintas em vários locais e momentos.

Ficha técnica:

Direção: Marcio Abreu / Elenco: Cássia Damasceno, Felipe Soares, Grace Passô, Nadja Naira, Renata Sorrah e Rodrigo Bolzan (standby: Rafael Bacelar) / Músico: Felipe Storino / Dramaturgia: Marcio Abreu, Grace Passô e Nadja Naira / Iluminação: Nadja Naira / Cenografia: Marcelo Alvarenga / Trilha e efeitos sonoros: Felipe Storino / Direção de produção: José Maria / Direção de movimento: Marcia Rubin / Vídeos: Batman Zavarese e Bruna Lessa / Figurino: Ticiana Passos / Assistência de direção: Nadja Naira / Orientação de texto e consultoria vocal: Babaya / Consultoria musical: Ernani Maletta / Adereços e esculturas: Bruno Dante / Colaboração artística: Aline Villa Real e Leda Maria Martins / Assistência de iluminação e operação de luz: Henrique Linhares / Contrarregragem: Eloy Machado / Operação de vídeo:Bruna Lessa / Operação de som: Bruno Carneiro / Participação artística na Residência realizada em Dresden: Danilo Grangheia, Daniel Schauf e Simon Möllendorf / Projeto gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque – Cubículo / Fotos: Nana Moraes / Produção: companhia brasileira de teatro / Coprodução: Sesc São Paulo, HELLERAU – European Center for the Arts Dresden, Künstlerhaus Mousonturm Frankfurt am Main, Théâtre de Choisy-le-Roi – Scène conventionnée pour la diversité linguistique / Patrocínio: Petrobras e Governo Federal / Companhia brasileira de teatro / Direção de produção: Giovana Soar / Administrativo e financeiro: Cássia Damasceno  / Assistente administrativo: Helen Kaliski / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 80min

 

Interior (CE)

18 e 19/09 às 19h – Sala Álvaro Moreyra / Ingressos: R$ 40-80

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Fruto de uma pesquisa realizada durante dois anos, a peça é um mergulho à cultura interiorana e nordestina, da serra, do sertão e do litoral. Do Grupo Bagaceira de Teatro – que surgiu em Fortaleza nos anos 2000 e, desde então, vem construindo uma linguagem peculiar composta por referências plurais e ultrapassando as fronteiras do teatro – a montagem é recheada de humor e afeto, ao mesmo tempo em que convida o público a um olhar criativo e amoro perante a vida. Como numa confluência de dois rios, a dramaturgia se mistura às histórias de cada espectador, numa experiência sensorial, simultaneamente, íntima e coletiva, em que o público é o próprio cenário, como num reencontro das pessoas com suas próprias vidas. Uma homenagem à cultura interiorana, às avós e a todas as coisas que jamais serão engolidas pelo tempo.

Ficha técnica:

Texto: Rafael Martins / Direção: Yuri Yamamoto / Assistência de direção: Rafael Martins / Elenco: Samya de Lavor e Tatiana Amorim / Atores contrarregras: Rafael Martins e Rogério Mesquita / Interlocução artística: Georgette Fadel e Maurice Durozier / Cenário, figurino e iluminação: Yuri Yamamoto / Operação de som: Yuri Yamamoto / Direção de montagem e operação de luz: Ciel Carvalho / Cenotécnico: Josué Rodrigues / Preparação vocal: Luis Carlos Prata / Confecção de figurinos: Fátima Matos / Direção de produção: Rogério Mesquita / Produção executiva: Mikaelly Damasceno / Comunicação: Ricardo Tabosa / Secretária: Carla Sousa / Recomendação etária: livre / Duração: 70min

Pontilhados (PE)

19, 20 e 21/09 às 16h – Saída: Igreja das Dores / Entrada franca

O espetáculo, fruto de um trabalho afetivo e com narrativa singular, parte da ideia de explorar as cidades brasileiras onde localizam-se pontos turísticos, pessoas, monumentos e histórias, numa caminhada em que as memórias individuais afloram, tendo como cenário os ambientes que podem ser vistos, revistos e contextualizados. Pontilhados é um percurso realizado a pé, misturando passado e presente, numa espécie de convite ao qual o público que entrelaça sua vida aos espaços, dando visibilidade aos invisíveis e trazendo à tona assuntos variados através de narrativas transgressoras, de amor, de ocupação da cidade de concreto por uma cidade viva. Por entre as frestas do tempo, as personagens ganham vida e suas narrativas constituem a intervenção humana no ambiente urbano. O grupo traz o projeto a Porto Alegre, realizando uma residência prévia para investigar a cidade e suas possibilidades e, então, apresentar um espetáculo totalmente baseado em nossa realidade urbana, ampliando a ideia inicial e oportunizando um intercâmbio artístico enriquecedor, tendo como mote a metodologia de pesquisa e criação do espetáculo.

Ficha técnica:

Criação e Direção: Mônica Lira / Pesquisa e Criação Original: Jorge Kildery e Helijane Rocha / Dramaturgia: Silvia Góes / Roteiro do Percurso: Mônica Lira e Silvia Góes / Atriz Convidada: Silvia Góes / Guia: Jennyfer Caldas / Edição e Adaptação de Trilha Sonora: Rogério Alves / Elenco: Gardênia Coleto, Rafaella Trindade, Everton Gomes, Jorge Kildery e Anne Costa / Ator-Bailarino Convidado e Assessoria Local: Juliano Barros / Produção Executiva: Danilo Carias / Assessoria de Produção: Caio Trindade / Agradecimentos aos colaboradores locais: Airton Tomazzoni, Duda Cardoso, Fernando Zugno, Inês Marocco, Luciano Alabarse, Juliano Canal, Rafa Cambará e Robson Duarte / Recomendação etária: livre / Duração: 60min

Em sua passagem por Porto Alegre, Pontilhados conta com o apoio do Rumos Itaú Cultural 2017-2018.

 

Nossos Mortos (CE)

21 e 22/09 às 19h – Sala Álvaro Moreyra / Ingressos: R$ 40-80

Compre seu ingresso online >> uhuu.com/poa-em-cena

 

A peça traz a voz de Antígona – tragédia de Sófocles – articulada e somada às inúmeras histórias reais dos massacres a movimentos populares, especialmente o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, em Crato, no Ceará, abordando duplamente o massacre real e o mito grego, em uma operação interessada em desenterrar uma das inúmeras histórias brasileiras que ainda precisam ser esclarecidas e contadas. O espetáculo, através de intensa criação musical e pesquisa vocal, cria ambiências sonoras e visuais para dar corpo ao luto interminável dos que ainda hoje não tiveram as mortes de seus parentes devidamente apuradas. O grupo Teatro Máquina, desde 2003 em atividade em Fortaleza, é reconhecido por sua pesquisa investigativa acerca da linguagem cênica, em que a base de suas criações é orientada pelo entendimento do teatro como lugar de encontro e invenção de realidades, transformando seus espetáculos em veículos de compartilhamento, difusão e agitação cultural.

 

Ficha técnica:

Direção: Fran Teixeira / Elenco: Ana Luiza Rios e Loreta Dialla / Direção musical e Preparação vocal: Consiglia Latorre / Dramaturgia e Produção: Teatro Máquina / Tutoria: Tânia Farias (Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz) / Música e som ao vivo: Ayrton Pessoa Bob, Di Freitas e Levy Mota / Rabeca de cabaça: Di Freitas / Preparação corporal: Fabiano Veríssimo e Márcio Medeiros / Desenhos: Marina de Botas e Simone Barreto / Figurino: Diogo Costa / Desenho de luz: Walter Façanha / Cenografia e arte gráfica: Frederico Teixeira / Assistência de cenografia: Marina de Botas / Fotos: Celso Oliveira e Luiz Alves / Recomendação etária: 16 anos / Duração: 60min

 

 

EXTRA: Zizi Possi em À flor da pele – um monólogo musical

21 e 22/09 às 21h e 23/09 às 18h – Theatro São Pedro / Ingresso: R$ 20-80

Compre seu ingresso online >> uhuu.com/poa-em-cena

Zizi Possi- comemorando 40 anos de carreira – abre seu coração e fala abertamente sobre o mal do séc. XXl: a depressão. Através da poesia, do drama, da comédia e de joias musicais na voz de uma das maiores cantoras brasileiras, o espetáculo reconstrói o caminho da personagem em busca da felicidade, revelando a importância da arte nessa trajetória. À Flor da Pele é atual, profundamente conectado às emoções das pessoas reais que estão na plateia e que por isso se identificam e emocionam desde a primeira cena. Sob a direção de José Possi Neto, seu irmão e premiado diretor- Zizi se reinventa, se mostra e se multiplica em cena. O resultado é arrebatador.

Ficha técnica:

Direção Geral: José Possi Neto / Roteiro: Zizi Possi e José Possi Neto / Textos: Eduardo Ruiz, Zizi Possi e José Possi Neto / Citações: Friedrich Nietzsche e Donna Tartt / Direção Musical: Zizi Possi / Músicos: Daniel Grajew (piano, acordeom e arranjos), Fabio Gouveia (violões e guitarra), Felipe Venâncio (beats e trilhas) e Zé Godoy (Co-arranjo de cordas) / Criação e direção vídeo mapping: VJ Alexandre Gonzales / Vídeo Design: Laerte Kessimos/ Light Design: Wagner Freire / Visagismo: Dicko Lorenzo / Cenário: José Possi Neto / Execução cenográfica: FCR Produções – Luis Rossi / Figurino: Miko Hashimoto / Direção Residente: Vanessa Guillen / Direção de Produção: Lucinda Failde – Bendita Agência! / Recomendação etária: 14 anos / Duração: 100min

 

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